Todas as dicas que vão facilitar e te ajudar a cuidar melhor do seu amiguinho!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Alimentação do seu cão

  

O cão, no seu estado selvagem era um animal cuja alimentação era essencialmente carnívora. Vivendo em matilha, caçava pequenas presas que devorava juntamente com os restantes membros do grupo. Este facto, levou a que durante muitos anos, se defendesse que os cães deveriam ser alimentados à base de carne crua. Verificou-se depois, que isso era insuficiente para satisfazer as suas necessidades, pois apesar de lhe ser fornecida proteína em quantidade, surgiam carências em açúcares, gorduras e fibras; Talvez isto se justificasse porque na natureza, apesar do cão se alimentar apenas da sua presa, ingeria fibras presentes na pele, assim como gordura.

Há veterinários que defendem, ainda, que uma alimentação correcta deve incluir algumas refeições de carne crua, no entanto, tem-se verificado cada vez menor aceitação de tal teoria, pois essa carne crua é eventual transmissora de doenças.

Alguns proprietários, recorrem a sobras das suas próprias refeições para alimentar os seus animais de estimação: contam estar a fazer o certo, fornecendo ao animal uma alimentação variada, saborosa (graças aos temperos utilizados) e que lhe dá imenso prazer, nomeadamente ao roer ossos que sobraram do almoço ou jantar da véspera. Estes donos, com boas intenções, estão a prejudicar o seu animal. Embora muita gente considere que "o cão é para comer restos", o seu aparelho digestivo é tão sensível como o do humano ou mesmo mais; Não tolera certos alimentos (carne de porco e derivados, por exemplo), e os temperos prejudicam, inclusive a qualidade do pêlo. Os ossos, que tanto prazer dão ao animal, chegam a ser fatais, principalmente se forem fáceis de transformar em lascas, as quais ao progredirem ao longo do tubo digestivo vão causando diversas feridas ou mesmo perfurações gravíssimas.

O amor que alguns proprietários dedicam ao seu animal faz com que lhe pretendam dar o melhor tipo de alimentação possível: Dedicam horas à preparação de cozinhados mais ou menos elaborados, em que incluem carne ou peixe da melhor qualidade, legumes variados e arroz ou massa, por vezes condimentando para dar "mais gosto". Dificilmente aceitam que o cãozinho não se importe de comer duas refeições seguidas do mesmo alimento. Esta forma de alimentação, aproxima-se mais do que seria ideal, pois entra-se em conta com as diferentes necessidades do animal, no entanto, é praticamente impossível em nossas casas, elaborar refeições que englobem tudo o que o cão necessita e principalmente nas doses adequadas. Para além deste contra, é um tipo de alimentação que se torna muito caro e trabalhoso, principalmente se se tratar de um animal de raça grande.

O mercado dos produtos para animais aumentou imenso nos últimos dez anos e com ele a indústria dos alimentos para cão, que evoluiu de tal forma que são inúmeras as marcas que conseguimos encontrar nas prateleiras dos supermercados, com embalagens mais ou menos atractivas e preços acessíveis. Contudo nem todas as marcas têm a qualidade que pretendemos fornecer aos "nossos amigos de quatro patas".

Os alimentos enlatados, extremamente apetitosos para os cachorros e cães adultos, são facilmente degradáveis uma vez aberta a embalagem; Para além disso, incorporam uma elevada percentagem de água, o que faz com que o animal não veja satisfeitas as suas necessidades. Muitas vezes os corantes e conservantes associados fazem com que os cães mais sensíveis se ressintam, apresentando distúrbios intestinais (timpanismo - "gazes abdominais", diarreias, vómitos...

A forma mais correcta de alimentar o nosso animal de estimação passa pela compra de rações leofilizadas, vulgarmente designadas de "rações secas", "croquetes" ou "bolinhas". Existem nas mais variadas formas e paladares, com embalagens que vão desde poucas gramas até cerca de 20 quilogramas. Duma forma geral são agradáveis ao paladar do animal, tendo como vantagens o facto de serem extremamente práticas, prontas a comer, exigindo apenas uma taçinha de água ao lado para que o animal sacie a sede, enquanto se vai deliciando com este tipo de alimento.

Dentro das várias marcas disponíveis, podem-se distinguir dois tipos: a gama standard, de larga distribuição a supermercados, e a gama dito premium que só é comercializada em lojas da especialidade e clínicas veterinárias. As primeiras são vendidas a preços extremamente acessíveis, mas nem sempre são de boa qualidade. Nas premium prima-se pela utilização de ingredientes de melhor qualidade - opta-se geralmente pela carne fresca, com elevada digestibilidade e responsável pelo aporte da proteína animal que deve corresponder a um mínimo de 12% (o ideal é 25%) da energia fornecida pela ração; teor em fibra (geralmente sob a forma de trigo, arroz ou milho, sendo o primeiro, o mais facilmente digerível) entre os 2 e 5%, assegurando correcto funcionamento gastrointestinal, sem excessos que aumentem o volume fecal; maior quantidade de cálcio para cães em crescimento ou cadelas em lactação(cerca de 1.3%), menor teor de gordura para animais obesos, por oposição aos 30% a fornecer a uma fêmea em lactação, assim como suplementos ricos em vitaminas (A, C, D, E, K e complexo B), etc. O correcto balanceamento dos nutrientes faz com que o animal ingira diariamente pequenas quantidades de alimento; A simultânea ou posterior ingestão de água, fará com que os pedaços de ração aumentem de volume no estômago (ao serem hidratados) e o animal fique satisfeito. Desta forma, uma ração que à primeira vista pareceria muito cara, torna-se bem mais económica:

- o animal come menor quantidade, e a embalagem torna-se mais rentável;

- não temos qualquer incómodo a confeccionar alimento;

- salvo em casos de crescimentos rápidos, dispensa-se os suplementos vitaminicos e minerais;

- o animal crescerá saudável, com pêlo brilhante, pele saudável, dentes sãos (menor tendência à formação de tártaro) e fezes sempre moldadas.

Para satisfazer o animal mas essencialmente para que o dono sinta que está a dar um prazer especial ao seu cão, pode fornecer-lhe muito espaçadamente (no máximo, uma vez por semana) uma refeição confeccionada por si, incluindo sempre carne (nunca de porco, e sempre desossada) ou peixe cozido, sem tempero, acompanhada por arroz cozido e com legumes (cenoura, nabo, agrião, alface...). Como "mimo", o cão só deve comer, esporadicamente, biscoitos próprios para cães, ou pedaço de fruta, cenoura crua; por vezes uma bolacha de água e sal. Se pretender dar um osso ao seu cão para que ele o roa demoradamente, recorra unicamente ao osso do joelho de vaca, o qual ele não conseguirá fragmentar, e portanto não lhe causará problemas.

Seguindo estes conselhos, os nossos amiguinhos felpudos crescerão mais saudáveis e poderemos partilhar a sua companhia durante muito tempo.

Bull Terrier em miniatura



Existe também uma versão mais pequena dos Bull Terrier, a que foi denominada de Bull Terrier Miniatura. Embora mantenham as mesmas características que os seus parentes de maior porte são animais substâncialmente mais pequenos e por isso mesmo muitas vezes bastante aperciados por pessoas que vivem em apartamentos pequenos.

                                     


Mini-Gladiador entre os terriers, esta derivação do Bull Terrier Standart, tal como o seu modelo, era utilizado nas lutas contra texugos, ursos e touros, mas mais tarde eram criados quase que em exclusivo para as lutas contra outros cães, das quais saiam quase sempre vitoriosos. O vencedor servia de reprodutor daí que a raça foi sempre sendo apurada geneticamente e melhorada com o passar dos anos.
Este cão extraordinariamente corajoso, valente, mas também muito inteligente e meigo, nutre pelo seu dono uma dedicação incondicional e defende-o contra tudo e contra todos.
O seu carácter algo teimoso exige uma direcção amiga e firme, a obediência deve ser muito valorizada, pois este cão sossegado, super vigilante, uma vez agredido, atinge facilmente um estado de fúria sem igual no mundo animal, lutando contra o que quer que seja, independentemente do seu tamanho ou aspecto, o que constitui grande perigo para o seu adversário. Porém depois da luta volta rapidamente a ser o cão meigo e amigável a que estamos habituados.
A sua altura não deve passar dos 35 centímetros e deve ter um peso não superior aos 9Kilos.


 

Saiba como prevenir briga entre cães

É verdade que tem cachorro que não pode ver o outro e já parte para a briga. Isso acontece constantemente na rua, ainda mais com aqueles que residem na rua, no qual, muitas vezes disputam território, comida, entre outras coisas que a sobrevivência pede uma briguinha. Mas engana-se quem pensa que só eles se metem em encreca. briga entre cães“Vira e Meche” o cãozinho bonito e bem cuidado aparece brigando com outro que passa na sua rua, ou que ganha o carinho de sua dona, enfim, por vários motivos, inclusive por ser genético, se é que podemos falar assim, pois muitas vezes o cachorro vem com esse extinto mesmo de briga, e ataca até seus coleguinhas, ou talvez nem colegas sejam, afinal, a gente conhece muito humano que sai brigando com outro.
Pois bem, você vai conferir logo abaixo como prevenir que seu cachorro saia brigando com outro. Isso é comum e todos sabem, mas é importante saber que isso tem solução, e convenhamos que deixar o cão bem educado é o sonho de qualquer dono.
Seguem algumas dicas úteis:
  1. Treinamento da obediência: isso é muito importante. Treine o seu cachorro diariamente com comandos como “pare”, “largue” e “atenção!”
  2. Barulho: faça barulho com uma buzina de ar comprimido ou uma lata de moedas.
  3. Alimentação separada: alimente seus filhotes diariamente em áreas separadas.
  4. Reforço positivo: o “sim” é mais importante que o “não”. Elogie seu cão desde filhote para qualquer boa interação com outros cães.
  5. Liderança: como líder, você deve sempre deixar a casa em primeiro lugar, tocá-lo a qualquer momento, mesmo que esteja dormindo no sofá ou comendo.
  6. Evite situações de tensão: na rua, preste atenção para os sinais de alerta em outros cães e mantenha o seu cachorro  longe deles.
  7. Encontros: é melhor que todos os cães passeiem de coleira. Esteja alerta e puxe a coleira para trás se houver sinais de  tensão com outro animal.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Os Pits

Staffordshire bull terrier

Staffordshire bull terrier
O Staffordshire bull terrier teve seu início na Inglaterra há muitos séculos atrás, quando o bulldog e Mastiff foram usados ​​para os esportes de bull-baiting e bear-baiting , na era elisabetana , criadores de cães de grande porte produzida para estes desportos, mas mais tarde no 100-120 animais libra deu lugar a uma raça pequena e mais ágil de até 90 quilos. [9]
O esporte de briga de cães ganharam popularidade na Inglaterra no início do século 19 e um cão menor, mais rápido foi desenvolvido. Foi chamado por nomes como "bulldog terrier" e "bull terrier e". O bulldog naquela época era maior do que o moderno bulldog Inglês que conhecemos hoje, pesando cerca de 60 quilos. Este cão foi cruzado com um pequeno terrier nativo, relacionadas com o atual Manchester terrier para produzir o Staffordshire Bull Terrier, pesando em média entre 30 e 45 libras. [9]
James Hinks, em cerca de 1859, cruzou o pit bull terrier Antigo, hoje conhecido como o Staffordshire Bull Terrier, e produziu o all-white terrier bull Inglês . O Kennel Club da Grã-Bretanha reconheceu o bull terrier no último trimestre do século 19 , mas a reputação da Staffordshire bull terrier como um cão de combate foi tal que o Kennel Club não reconheceu a raça até 1935, um século após o esporte de briga de cães se tornaram ilegais na Grã-Bretanha sob a Crueldade contra os Animais Act 1835 . [9]
O Staffordshire bull terrier foi admitida inscrição no AKC Stud Book eficaz 1 de outubro de 1974, com a classificação mostram regulares no Grupo Terrier em shows disponíveis no AKC e depois de 05 de março de 1975. [10]

  pit bull terrier americano

Pit bull terrier americano
O pitbull é o produto de cruzamentos entre terriers e uma raça de bulldogs para produzir um cão que combinasse a gameness do terrier com a força e capacidade atlética do bulldog. [11] Estes cães foram inicialmente criados na Inglaterra, Irlanda, e na Escócia, e chegou aos Estados Unidos com os imigrantes provenientes desses países. Nos Estados Unidos, estes cães foram usados ​​como pegar os cães semi-selvagens para gado e porcos, para caçar, para conduzir o gado, e como companheiros de família [11] . Alguns foram criados selectivamente por suas proezas de luta. [12] [13]
O United Kennel Club (UKC) foi o primeiro registro de reconhecer o pitbull. [14] fundador UKC CZ Bennett atribuído UKC número de registo de 1 a seu próprio cão, "Ring Bennett", como American Pit Bull Terrier, em 1898. [11]
American Pit Bull Terrier com sucesso preencher o papel de cão de companhia , cão de polícia [15] [16] e cão de terapia . [17] Terriers em geral, têm uma maior tendência para a agressividade do cão [18] e American Pit Bull Terrier constituem a maioria dos cães usado para rinhas ilegais nos Estados Unidos. [19] Além disso, as organizações policiais relatório estes cães são usados ​​para outros fins nefastos, tais como guarda operações ilegais de narcóticos, [20] usar contra a polícia, [21] e como armas . [22]
A reputação de luta de pit bull-tipo cães levou a San Francisco Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais em 1996 para pit bull terriers relabel como "terriers São Francisco" (não associados com o " terrier "mascote do St. Francis College em New York) para que eles possam ser mais facilmente adotadas; [23] 60 temperamento-selecionados cães foram adotados até que o programa foi interrompido depois de vários dos cães recém-adotado gatos mortos. [24] The New York Center for Animal Care and Control tentou uma abordagem semelhante em 2004 por relabeling seus pit bull terriers como "Yorkies Nova", mas desistiu da idéia diante da oposição da opinião pública esmagadora. [25] [26]

[ editar ] American Staffordshire terrier

O American Staffordshire terrier foi o produto de cruzamentos entre bulldogs do século 19 e terriers que produziu o "cão bull terrier e-", "Half and Half", e às vezes "cachorro pit" ou "pit bullterrier," o último chamado a tornar-se o "Staffordshire bull terrier" na Inglaterra. O bulldog daquela época diferia da moderna Bulldog , com um focinho cheio e uma cauda longa e afinando. Há algum debate se o Branco Inglês terrier , o terrier preto e Tan , o Fox terrier ou alguma combinação destes foram usados. Estes cães começaram a encontrar seu caminho para a América logo em 1870, onde ficou conhecido como o cão pit, pit bull terrier, bull terrier americano depois, e ainda mais tarde, como Yankee terrier. [27] Eles foram importados principalmente, mas não exclusivamente, para lutando pit. [28]
Em 1936, eles foram aceitos pelo American Kennel Club (AKC) como "terriers Staffordshire". O nome da raça foi revisto eficazes 01 de janeiro de 1972, a "American Staffordshire terrier", já que os criadores nos Estados Unidos haviam desenvolvido um tipo que é mais pesado no peso do que o Staffordshire Bull Terrier da Inglaterra eo nome foi mudado para distingui-los como raças separadas. 

American Bully

O Bully americano é uma raça relativamente nova de pitbull que foi cercado de controvérsia. Povos tradicionais pitbull acreditam que seus recursos são exagerados muito longe do propósito pitbulls original. Algumas pessoas Bully americanos também querem negar sua herança cães, a fim de distância de sua raça a conotação negativa do termo "pitbull".
"A raça Bully americano foi criado em 1990 e ganhou reconhecimento e estabelecimento em 2004, por o início do ABKC A raça Bully americano tem sido criados selectivamente para dar raça da América uma nova direção e tomada. Assim como com o American Staffordshire Terrier, todos os características positivas da ancestralidade da raça foram mantidas como estabilidade, lealdade com os seres humanos e outros atributos físicos;. mas traços da agressão do cão e gameness foram criados fora da raça porque a raça não tinha futuro e um propósito para essas características que diferencia esta raça a partir do American Staffordshire Terrier é a aparência física Esta raça é construído com uma estrutura mais pesada do osso e uma "Bullier" construir uma raça reinventou foi formada com o propósito de ser a raça melhor companheiro, e esta raça é o ".." Bully americano. "- Americana Bully Kennel Club [29]

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Curiosidade !!!!




Uma cadela pitbull chamada de Menina surpreendeu ao ganhar uma ninhada de 18 filhotes na quarta-feira, em Rio Claro, interior de São Paulo. Menina pode entrar no livro dos recordes como o animal de sua raça que teve a maior ninhada no mundo. Um dos cachorrinhos não resistiu.

“Não conheço registro de um pitbull com tantos filhotes. O comum seria uma gestação de dez ou 11 no máximo”, afirmou a médica veterinária Roberta Escrivão de Campos, que trabalhou no parto dos cachorrinhos.

Segundo a veterinária, o maior número de gestação de filhotes de cães no Brasil aconteceu com uma cadela da raça fila brasileiro, que gerou 22 animais, dos quais apenas 10 sobreviveram.
`Não parava de sair cachorrinho´

Roberta disse que a quantidade de cachorrinhos de Menina assustou os colegas da clínica. Foram duas horas e meia de cirurgia, o dobro que o normal. O parto foi realizado por três veterinários, com o auxílio de cinco estagiários e até da secretaria do consultório. “Quando abrimos a barriga dela não parava de sair cachorrinho”, afirmou.

Menina pesava 48 kg quando chegou para o atendimento, sendo 10 kg a mais que o normal. A cadela foi submetida a uma cesariana. Um dos filhotes morreu e é provável que outros também não consigam sobreviver.

Para tratar da ninhada o dono dos animais terá que complementar a alimentação com mamadeira. “Os cachorrinhos até que nasceram fortes, mas a cadela tem apenas dez tetas e vai faltar leite para todo mundo”, disse a veterinária.